“- Há remédio para tudo!
Dizia a avó, sonolenta.
Enquanto os anos passavam, sem dor.
Eu, o neto sortudo
Apenas ouvia - sal e pimenta -
Aquele dizer transformador.
Hoje, envelhecido.
Talvez até esquecido
De quem nunca se lembrou
Posso estar sem esperança
Na espera, sem sustança,
Do remédio que a avó tomou.”
Autor: Bardo Setelagoano
Publicado no Recanto das Letras em 14/10/2009 (www.recantodasletras.com.br)
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